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Dia do Avaliador: Homenagem aos Fundadores da ANACEF

Atualizado: 19 de fev.

Em março de 2023 completamos 20 anos de Associação Nacional dos Avaliadores de Penhor da Caixa Econômica Federal (ANACEF). Qualquer entidade fundada com o intuito de lutar por direitos sempre enfrenta desafios. Conosco não foi diferente.

Passadas duas décadas, tivemos conquistas importantes em muitas pautas. Em outras, nossa luta segue e permanecerá até que nossas reivindicações sejam ouvidas e nossos problemas resolvidos.

Apesar disso tudo, uma entidade é feita por pessoas. Por mãos e vozes que se unem, por compreenderem que a luta, quando coletiva, se torna possível. E são essas vozes que convidamos para contar um pouco da história de nossa entidade. A história contada por aqueles que estavam lá desde o primeiro dia.

Na primeira fileira, Marta Inês Vilkn (Martinha) e Nilson Silva. No canto direito, Henrique Campuzano e Maria Antônia Antonelle (na mesa de trás). No meio, na terceira fileira, Júlio César Andrade Alves. Curso de Gemologia para Instrutores Caixa


Em 9 de março de 2003, na sede da APCEF de Brasília, um grupo de avaliadores de todo o país se reuniu após muitos esforços coletivos. Ali se dava o início da nossa entidade, somando a vontade e indignação daqueles que estavam presentes, mas também de todos por eles representados.


AVALIADORES REPRESENTANTES

Agostinho Coleone Franzol (DF)

Aldo Gomes Barbosa (TO)

Alexandre Luiz Ioppi (SC)

Antônio Marcos Araújo Borges (DF)

Antônio Roberto de Souza Lopes (RJ)

Arthur Oscar Serrano Pinto (RJ)

Augusta de Paula (MG)

Carlos Hugo Honorato da Silva (PB)

Denise Walter Ahrends (RJ)

Elisa Neves da Costa (RJ)

Everton Araújo Pires (RS)

Henrique Antônio Campuzano Rios (MS)

Iramir Santos Araújo (BA)

João Carlos Pereira Ramalho (RJ)

José Herculano do Nascimento Neto (DF)

Júlio César Andrade Alves (BA)

Leonardo Barros Ribeiro (ES)

Luis Rogério Silva Fontoura (MA)

Marcílio Brandão (RN)

Maria Antônia Antonelle (SP)

Mário Jorge da Silva Moraes (PA/AP)

Marta Henriqueta Gimenez Pissutti Modolo (SP)

Marta Inês Jacinto Vilkn (MG)

Nicéia Iracema Lovatti Herzog (ES)

Nilson Silva (MG)

Octacílio Pereira Ramalho (RJ)

Osmar Alves Sampaio (PR)

Pedro Felipe da Silva Macedo (PI)

Renata de Souza Chaves Froes (RJ)

Samuel Mota (MA)

Sérgio Alberto Thiers Reis (CE)

Tulane Batista (MT)

Waldir Martins de Oliveira (DF)

Walter Franceschini Soares (PR)


Estiveram presentes, como observadores:

Adailton Araújo de Souza (DF)

Aguinaldo Ribeiro de Almeida (DF)

Ana Beatriz Gomes Monteiro Peixoto (RJ)

David Arthur Setter (DF)

Enilma Brandão de Rezende Borges (RJ)

Geraldo Mangelho de Matos Ribeiro (DF)

Manoel Medeiros Neto (DF)

Urbano Henrique Maia Ballstaedt (MG – “in memoriam”)



Em pé Arthur Oscar e Urbano, sentados na ponta direita Nilson e na ponta esquerda Henrique.
A história contada pelos fundadores

De acordo com Arthur, já em 1988 houve uma tentativa de se criar a ANACEF. “Esse evento foi organizado pela Avaliadora Tereza e o marido dela, também Avaliador, Niscelio que fizeram uma vaquinha para as despesas. Tulane também participou”. Naquele momento não foi possível fundar a Associação, pela dificuldade em eleger um representante por região, em virtude das tecnologias precárias de comunicação que existiam na época.

Deste período, Sérgio lembra que a gestão era péssima e o Penhor, mesmo sendo uma carteira sem inadimplência, operava no vermelho. Segundo ele, foram os Avaliadores que elaboraram o projeto: “Penhores uma Reformulação – Estratégia e Análise de Marketing”, que transformou o Penhor numa das operações mais rentáveis da Caixa. “Lucro imenso a nível nacional e nós... recebemos um e-mail nos parabenizando pelo trabalho. E só. Ainda tenho guardado” - relata.

Em 1998, os Avaliadores de Penhor incorporaram as atribuições de caixa executivo, tornando-se Avaliadores executivos. Arthur lembra que “houve revolta, uma vez que a função dos caixas era de aproximadamente mil reais, e esperávamos receber este valor a mais. No entanto, nosso aumento foi de cem reais.”

Martinha destaca que nossa função “era técnica e passava por necessidades que eram negligenciadas pela empresa, principalmente relacionadas às condições de trabalho. Cada vez mais os Avaliadores eram exigidos diante das mudanças tecnológicas, implantação de novos sistemas, acúmulo de funções. Foi um momento muito estressante para nós.”

Elisa afirma que, no início dos anos 2000, “tínhamos precariedade de comunicação e as reciclagens periódicas estavam suspensas. Uma das poucas proteções que tínhamos era um canal de comunicação interna (e-mail corporativo)”.

Ela conta que os instrutores faziam uso desse canal para alertas e orientações de fraudes em joalheria e relojoaria, gemas sintéticas, novas confecções, recursos para identificar peças maciças com metais não nobres no recheio.” "Um episódio polêmico com uma dessas mensagens congestionou o canal e a gestão da empresa suspendeu o direcionamento especificamente para os Avaliadores.” Isso se somou a outros descontentamentos e gerou um levante de indignação.

Leonardo destaca que “as ideias, sugestões e críticas ficavam restritas nesse limbo e não chegavam aos gestores do Penhor em Brasília. Foi quando, depois de várias associações já criadas, como por exemplo: AGECEF (gerentes) e ADVOCEF (advogados), resolvemos criar a ANACEF para nos representar junto à direção da CAIXA.”

Éverton lembra que, antes do encontro em Brasília, “houve primeiro um encontro em São Paulo, com representantes de vários Estados, e um no Rio de Janeiro, com pouca gente (dois do Rio de Janeiro, dois do Rio Grande do Sul e um do Espírito Santo). Eu estive em todos. Não renderam frutos relevantes.”

No canto esquerdo, Éverton atuando na compra de ouro no garimpo, no sul do Pará, no Projeto Cumaru. À direita, barracão de atendimento com logotipo da Caixa.


“Na época não se tinha a facilidade de se fazer reuniões em plataformas como se faz hoje” - recorda Nilson. Por outro lado, havia também um desejo muito grande de realizar um encontro presencial com representantes de todo o país. “Fizemos uma mobilização entre os Avaliadores para o custeio das passagens aéreas e hospedagem. Contamos decisivamente com o apoio do Avaliador Herculano, lotado em Brasília, e do Jair Ferreira, que nos auxiliaram na logística do espaço de reuniões na APCEF Brasília.”

Outros colegas buscaram apoio de Sindicatos e APCEFs para participar do I Encontro Nacional dos Avaliadores (ENAV), organizado com o objetivo de combater a discriminação sofrida e reivindicar melhores condições de trabalho. As principais lutas eram: jornada do Avaliador, desvios de função, necessidades de material e mobiliário específicos, ergonomia, reconhecimento da insalubridade em nível de aposentadoria especial. Na área técnica, as reciclagens periódicas, cursos de identificação de relógios e gemologia. “Era o primeiro ano do primeiro governo do Lula e haviam boas expectativas que nosso pleito fosse atendido. Foi neste encontro, com grande representação, que se plantou a semente da ANACEF” - relembra Éverton.

E o primeiro presidente eleito foi o colega Henrique Campuzano, de Campo Grande, MS.


A Anacef foi criada para dar voz aos poucos Avaliadores. Na época, éramos cerca 1000. O contexto era de relativa diminuição das posturas autoritárias das administrações da Caixa, as principais motivações: descontentamento dos colegas com perdas salariais e condições de trabalho, as nossas demandas não chegavam aos principais fóruns de discussão dos empregados da Caixa, os CONECEFs.”

Henrique Antônio Campuzano Rios, primeiro presidente da ANACEF


De acordo com Nilson, “havia muitas demandas específicas que não eram contempladas nem mesmo nos acordos coletivos. Vivíamos um momento de muita esperança na transformação das relações de trabalho na empresa. Em resumo, não tínhamos visibilidade dentro da Caixa e percebemos aquele ser o momento certo para nos fazermos ver, uma vez que o Penhor sempre foi um produto altamente lucrativo.”

Denise destaca que um dos objetivos “foi a criação de uma entidade que nos representasse nas épocas de negociação dos dissídios coletivos, bem como encaminhasse para a empresa outras reivindicações. Os representantes não levavam em consideração as especificidades da função e precisávamos alguém que realmente nos representasse.”


Nem tudo são flores

Apesar do contexto de esperança, as dificuldades foram muitas. As entidades representativas contribuíram para o encontro de criação, mas não apoiaram o ato. “A principal dificuldade foi a oposição do movimento sindical que via na nossa iniciativa mais uma das tantas intenções de dividir a categoria. Após intensos debates, mostramos que a entidade não suplantaria as prerrogativas dos sindicatos, pelo contrário, viríamos para somar, para, de forma unificada, apresentarmos as nossas demandas e propostas, participando de forma mais eficaz nos CONECEFs.” - relata Henrique.

Depois da Associação criada, era preciso conferir legitimidade. Martinha confidencia: “em 18 de julho de 2003, de acordo com meu diário, foram realizadas as primeiras eleições da ANACEF." A eleição foi realizada por e-mail, de acordo com Tulane: "cada Avaliador me enviava seu voto, com cópia para outros dois membros da comissão eleitoral". O resultado foi divulgado três dias depois. Martinha concorreu como suplente para presidente, na Chapa 1. "Foi um momento muito difícil em minha vida profissional. Os novos caminhos não combinavam com os meus ideais, sofri demais por isso nessa época, a ponto de escrever no diário: perdemos as eleições, graças a Deus!”

Para Leonardo, “nos primeiros três anos da criação da ANACEF fomos muito unidos, nossa voz foi ouvida e tivemos várias demandas atendidas.” Após este período, houve divergências sobre a condução das demandas e da entidade, em parte pelo ativismo combativo dos dirigentes e pela estratégia adotada pela empresa, de dividir para conquistar.

Para Martinha, “as maiores dificuldades foram as questões relativas ao jogo político de interesses para se manter no poder e prejudicar os planos da Associação. Os colegas de vários Estados eram muito atuantes, e a comunicação entre as variadas regiões do país nos impulsionou e encorajou a continuarmos, mesmo com poucas esperanças. Os colegas da Chapa 2 (vencedora) fizeram o possível para conseguir melhorias.”

Apesar dos esforços, a Associação não parecia ser bem aceita pela empresa e pelas entidades de classe. De acordo com Arthur, “o quase vitalício presidente João Carlos sempre enviava solicitações à empresa e tentava participar como ANACEF nos encontros nacionais dos Sindicatos dos Bancários, mas era ouvido como um trabalhador.”

Ainda hoje há muita dificuldade em ver discussões específicas da nossa realidade nesses fóruns sindicais. “Temos dificuldades de fortalecer e melhorar a seleção e a formação, com base técnica e qualificada. A seleção vem negligenciando habilidades necessárias e a formação foi encurtada, reduzindo a qualidade e segurança do corpo técnico” - destaca Elisa.

Segundo Arthur, a ANACEF “só existe devido ao esforço hercúleo das Avaliadoras Elisa Neves, Renata Fróes e dos Avaliadores João Carlos Ramalho, Henrique Campuzano e Douglas”. A Associação ficou por muitos anos irregular, pela falta de inscrição de chapas para alternância da direção. Arthur lembra que “os esforços de João Carlos e da Avaliadora Michele Venzo foram bem sucedidos e possibilitaram fazer uma assembleia virtual, que atendeu às exigências legais. E finalmente a ANACEF foi regularizada”, em 2016.

De acordo com Sérgio, o presidente da ANACEF que realmente tornou-se “a cara da ANACEF” foi o colega João Carlos, do RJ. ”Foram realmente trabalhos de Hércules, sempre com o apoio dos colegas, mas os que realmente pegavam no pesado conosco eram muito poucos.” Relata também que os mais combativos pagaram um amargo preço em intimidações, transferências compulsórias, ameaças, pressões e retaliações pelo gestor.



20 Anos depois

Apesar de ser muito contestada e da falta de apoio de outras entidades, a nossa associação está viva!

Martinha enxerga “a existência da entidade até hoje como fruto da persistência e idealismo de alguns colegas que admiro muito. Me sinto orgulhosa e feliz quando fico sabendo das realizações, apesar de não ser mais atuante, por estar aposentada.” Elisa também sente orgulho do que ajudou a construir - “a Associação é aceita e reconhecida pelos Avaliadores, fato retratado no percentual de filiados. Conquistamos o respeito das entidades representativas dos empregados Caixa e melhoramos a aceitação das representações sindicais.”

Apesar de não ter contato próximo com a entidade, devido à aposentadoria, Nilson não tem dúvidas de que a ANACEF “está na vanguarda das lutas dos Avaliadores de Penhor e empregados da Caixa em geral. Posso dizer que sua atuação sempre foi decisiva e crucial para sensibilização dos gestores das necessidades dos Avaliadores e do produto Penhor, ainda muito lucrativo para a Caixa.”

Sérgio destaca que foi “a condição de Delegado Estadual da ANACEF que nos emprestou a notoriedade junto à empresa, junto ao Sindicato e APCEF para conseguir meios e permissões em tantas demandas e lutas. Sem uma instituição formal de representatividade nacional como a ANACEF, teria sido impossível travar esse combate.”

Para Éverton, que permanece na ativa, “a nossa entidade já se faz ouvir. No início não foi assim, as nossas pautas não eram relacionadas nos CONECEFs. O João Ramalho pedia a palavra para reclamar, recebendo as desculpas e ficava por isso mesmo. Agora a coisa já melhorou.” Ainda destaca que a ANACEF tem chance de evoluir com a participação efetiva dos Avaliadores. “Precisamos avançar no apoio e reconhecimento dos Sindicatos e das APCEFs.”

Denise destaca que “sempre tivemos gente equilibrada e lutadora na entidade e, mesmo com as dificuldades de conciliação da jornada na Caixa e o trabalho na ANACEF, sempre foi bastante satisfatório.”


A luta continua

Elisa diz que “ainda temos uma estrada a ser percorrida dentro da empresa, garantindo a exclusividade de operação pela Caixa, com qualidade, aperfeiçoamentos, investimentos e a devida importância à carteira de crédito exclusiva deste corpo técnico.” Henrique reforça que “nesses 20 anos ocorreram avanços e derrotas na luta por melhor remuneração e condições de trabalho. A luta parece inglória, mas é necessário continuá-la.”


Por onde andam os fundadores?

Arthur Oscar Serrano Pinto

Atualmente minha esposa e eu somos donos de casa, cuidamos de Hugo que fará 5 anos em 28 de março. Também tenho um sonho de fazer um mestrado, doutorado e pós-doutorado.


















Denise Walter Ahrends

Atualmente estou aposentada, cuidando da saúde e lazer. Meus planos seguem sendo os mesmos: ser feliz!




















Elisa Neves

Estou na diretoria da ANACEF, como suplente. Lamento ter me desligado da Caixa no incentivo do fim do ano 2020. Pouco depois da adesão, antes de assinar meu desligamento, testei positivo COVID. Estive internada por quase três meses, parte desse tempo em coma, sob o suspense, para familiares e amigos, de não sobrevivência. Só quem vive uma experiência dessas entende a variação do ângulo da perspectiva sobre a vida. Sinto muita falta do trabalho que sempre amei.

Tenho planos em voltar a produzir meus rabiscos, aspirante a designer de joias. Quero estudar mais coisas no encantador mundo da gemologia e da joalheria, paixões ampliadas no exercício da função de Avaliadora de Penhor.




Everton Araujo Pires

Atualmente, continuo atuando como Avaliador. Entrei na Caixa em 04 de agosto de 1975, são 48 anos de Caixa. Em 1981 fiz o curso de Avaliador, o estágio em banca de avaliação e trabalhei na compra de ouro no garimpo, no sul do Pará, no Projeto Cumaru.

Em 1982 fui transferido para trabalhar em uma agência com Penhor como caixa executivo e substituindo na banca de avaliação. Pretendo ficar na avaliação por mais alguns anos até sair da Caixa.











Henrique Antônio Campuzano Rios

Atualmente estou aposentado e desligado da Caixa. No pós-pandemia, faço poucas coisas, corrida de rua, natação e jardinagem. Aproveitando o tempo para dar mais atenção à minha família e minha mãe idosa, um pouco de trabalho voluntário na comunidade do Mandela.

Meus planos para o futuro são: aprender a tocar um instrumento musical, fazer um curso específico para lembrar os tempos de banca de Avaliador, gemas, relógios, novas ligas metálicas da indústria joalheira.



Júlio César Andrade Alves

Durante esses 20 anos minhas atividades na CEF não mudaram muito, continuo como Avaliador da agência Graça/BA e atuando quando possível como instrutor. Tentei algumas vezes ao longo desses anos a função de gerente, mas por sorte não tive êxito.

Hoje faço planos de aposentar em fevereiro de 2025, quando completo os requisitos do INSS.














Marta Inês Jacinto Vilkn

Ouro e pedras preciosas foram minha especialidade por 30 anos. Hoje, o ouro pra mim, somente meus cachorros Golden Retriever, Jusé e Juaquim. Esmeralda, só a grama de meu jardim. Ainda tenho mais uma vira-lata, a vigilante Pretinha e Mimi, minha gatinha.

Além dos pets, cuido da minha casa em Nova Lima/MG, onde nasci e resido até hoje.

Estou terminando o curso de Especialização em Neurociências da UFMG, pesquisando os efeitos do stress no sistema imunológico, com foco em doenças autoimunes e neuroinflamação. Tenho formação em Psicologia e muito interesse em aprofundar meus conhecimentos. Até agosto de 2024 vou frequentar a UFMG. Além disso, meus planos para o futuro são viajar mais e conhecer todas as capitais do Brasil. Conhecer outras praias, tomar sol e nadar no mar, para cuidar mais de minha saúde.



Nilson Silva

Logo que me aposentei passei a trabalhar com joias, basicamente comprando nos leilões da Caixa. Com a aposentadoria, a renda sempre cai, e essa foi a forma que encontrei para complementá-la.

No ano passado, fiz uma nova migração na carreira. Tornei-me professor de inglês, atuando por meio da plataforma Zoom. Tenho uma boa experiência internacional e uma motivação muito grande, como herança do longo período como instrutor Caixa. Boa parte dos alunos são empregados Caixa.




Renata de Souza Chaves Froes

Hoje em dia tenho estudado espanhol, dançado ballet, trabalho voluntário no Inca, ginástica e estou aprendendo crochê... Coisas que eu sempre queria fazer e não dava tempo!

No futuro bem breve quero voltar a atuar no campo da biologia.

Além de dançar, claro!

Mas uma vez avaliadora, pra sempre. Nunca teria outra função na CAIXA.

Orgulho demais!








Sérgio Alberto Thiers Reis

Hoje eu escrevo. Prosa e verso. E desfruto de sete netos.

Monto a cavalo duas vezes por semana.

Mato a dentro, quanto mais fechadas e distantes da civilização forem as veredas, melhor.

E nada mais.

Na pandemia quatro dias em cadeira de rodas por uma queda no mato... ainda morro disso.

Benza Deus!

Combati o bom combate, guardei a fé. Escrevi livros, criei filhos, plantei árvores. Deixei para a nova geração uma Caixa melhor do que recebi.

Fui feliz. E ainda sou.



Tulane Batista

Me aposentei em novembro de 2019 e inicialmente pretendia viajar o Brasil com minha esposa.

Com a pandemia da Covid, fomos obrigados a nos recolher. Em 2021 contraí essa famigerada doença e quase parti desta pra melhor.

Hoje me dedico à família, principalmente a minha netinha, às minhas pescarias e ao estudo dos Livros Universo em Desencanto.




Se você conhece alguém da lista de fundadores que não apareceu aqui, fale com a gente: anacef@anacef.org.br e vamos juntos completar esta matéria.




E cadê os brindes?

Mantendo a tradição, no dia do nosso padroeiro Santo Elói, parabenizamos a todos os colegas pelo Dia do Avaliador!

Neste ano os brindes oferecidos aos associados serão lanternas de luz ultravioleta com carregamento por USB e pins magnéticos. Ambos são instrumentos úteis ao trabalho na banca e logo publicaremos matéria com detalhes sobre como utilizá-los. Para receber os mimos, basta preencher o formulário: https://forms.gle/LsnGDMLPcoL7DhSz9



A ANACEF disponibiliza um brinde por ano para cada associado. Para quem não solicitou a agenda e quiser optar por recebê-la no lugar de outro brinde, ainda temos algumas disponíveis. Basta solicitá-la enviando um e-mail para: anacef@anacef.org.br.

Informamos que foram distribuídos todos os brindes comemorativos ao Aniversário de 20 Anos, exceto as escalas argentinas, que foram difíceis de conseguir, mas que chegarão nos próximos dias e serão distribuídas em seguida.


Agradecemos a todos que contribuíram com suas histórias.

Saudações pignoratícias!




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